terça-feira, 29 de outubro de 2013

O rio da alma ( Por Thaís Azenha)




Mesmo sem a certeza do que pertence a mim
ou ao meu feitio,
Incansavelmente, dispenso a passividade.

Evito persistente a inconstância do fim,
sombrio,
Sorrateiramente desafio a saudade.

Certa de que tudo o que é marcado há de vir,
tal o rio,
Indubitavelmente, afogo a alma que luta por liberdade.

As panquecas ( Por Thaís Azenha)







Todos são propícios a doenças.
Você e eu. Ela, ele ou você.
Me peguei em mais um dilema.
 Conto ou não conto?
Contaria por respeito, sei lá, por achar que estaria sendo justa.
 Mas o fato é:  estaria mesmo?
Dúvidas a me rondar e torturar.
 Acho que a notícia é minha.
E Raul já dizia que valia a pena ser egoísta.
Embolo como uma panqueca e levo comigo pra sempre.
Ninguém gosta mais de panquecas.
E talvez eu seja só mais uma "canceriana" sem lar.