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terça-feira, 29 de outubro de 2013
O rio da alma ( Por Thaís Azenha)
Mesmo sem a certeza do que pertence a mim
ou ao meu feitio,
Incansavelmente, dispenso a passividade.
Evito persistente a inconstância do fim,
sombrio,
Sorrateiramente desafio a saudade.
Certa de que tudo o que é marcado há de vir,
tal o rio,
Indubitavelmente, afogo a alma que luta por liberdade.
As panquecas ( Por Thaís Azenha)
Todos são propícios a doenças.
Você e eu. Ela, ele ou você.
Me peguei em mais um dilema.
Conto ou não conto?
Contaria por respeito, sei lá, por achar que estaria sendo justa.
Mas o fato é: estaria mesmo?
Dúvidas a me rondar e torturar.
Acho que a notícia é minha.
E Raul já dizia que valia a pena ser egoísta.
Embolo como uma panqueca e levo comigo pra sempre.
Ninguém gosta mais de panquecas.
E talvez eu seja só mais uma "canceriana" sem lar.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
— Me vê uma companhia errada, por favor. (Thaís Azenha)
— Me vê uma companhia errada, por favor.
Quando é que estamos com as pessoas certas? Todas as vezes que coloquei minhas mãos no fogo por pessoas que considerei certas, queimei o braço todo. Me vejo ridícula no tempo em que filtrava minha companhias pelos bons modos, mas, no fundo foi ótimo; Só assim percebi que as pessoas vivem como ovos, protegidas por uma casquinha que querem mostrar, mas por dentro, são todas iguais, todas tem um lado amigável e egoísta, um lado angelical e um lado diabólico. As pessoas são cascas. Todas vulneráveis à tudo. Muitas vezes me coloco na posição de “má companhia” na visão da minha família. Talvez eu seja a companhia que eles não querem que eu ande, e isso é resultado de vivência. Tudo bem, eu não passei nem dos meus 25 anos de vivência, mas as escolhas que tomei me deixaram velha. O que é o certo nos dias de hoje? Tudo está numa balança. O certo e o errado não passam de questão de opinião, tudo é julgado pelo ângulo em que é visto. Ah, as companhias… Morro de medo de ser a melhor companhia, isso atrairia muitas pessoas, e quanto mais pessoas, mais chances de se complicar. Morro de medo de ser a pior companhia, pois isso afastaria muitos, e como uma pessoa sozinha vive? Não vive, sobrevive. A guerra interior é uma das piores que pode haver pois não há escudo para buscar, é o nosso eu contra si mesmo.
Quero fugir de qualquer tipo de guerra. Ultimamente tive guerras amorosas, familiares e interiores (essas que citei são as piores), todas elas deixam marcas que escudo nenhum é capaz de evitar. Fugindo de todas elas estou, mas fugir sozinha é se atirar pro nada. Procuro por companhias. “Garçom, me vê uma má companhia para atrasos e uma boa companhia para seguir em frente.”— Prefira Borboletas
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Escuta-me (por Lua)

Enquanto lá fora os espelhos se partem, escuta por favor o meu abraço, que sai detrás da máscara que me cala gritando o amor aprisionado no coração de gelo, agora derretido, pingando as lágrimas que eu queria chorar e não consigo porque a máscara que ostento é blindada, feita para fazer com que os sentimentos me corroam por dentro.
Escuta meu abraço porque ele é a única coisa que me restou.
Insones conversas (Por Lua)
Insones conversas desencaminhadas
Que mudam a vida e não levam à nada
Só eu e você enquanto a noite vira madrugada
Eu, você e nossa vida em pauta
Soluções na bandeja
Teoria musicada
O amanhecer transforma
Os garranchos em vida
jogando no lixo a certeza lírica
Da poetisa que se conscientiza
Que só o que sabe
É tornar arte
Palavras difíceis
Que nunca sentiu
Triste essa artista
Que fez do papel
Seu coração
Triste essa artista
Que recebeu o dom
De emocionar
Sem emoção
Insones conversas desencaminhadas
Que mudam a vida e não levam a nada
Que tentam viver e se perdem na estrada
É nas falácias da madrugada
O único momento em que me encontro
Desarmada
E eu, menina, sempre tão desalmada
Assumo que tudo não passa de medo
De não ser amada
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Sobrevivendo (Por Lua)
E eu sobrevivia intensamente naquela liberdade doente de múltiplos sorrisos e lágrimas cristalizadas que tornavam-se estrelas a cada lua que passava.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Lista com bebedores que encaram tudo por uma cerveja
Lista reúne 'bebedores' encarando neve e inundações por cerveja
Nos EUA, homem enfrentou nevasca para comprar o produto.
Australiano usou
caiaque para superar inundação e comprar cerveja.
Do G1, em São
Paulo
No dia 9 de fevereiro, um homem foi flagrado enfrentando uma forte nevasca
que atingiu a cidade americana de Boston, no estado de Massachusetts (EUA), para
comprar cerveja. Abaixo, o G1 reúne esse e outros flagras
curiosos envolvendo compradores de cerveja.
Homem é flagrado enfrentando neve para comprar
cerveja em Boston (Foto: Jared Wickerham/Getty Images/AFP)
Em outubro de 2011, um homem foi flagrado remando
um bote feito com uma câmara de pneu em uma área alagada em Bangcoc, na
Tailândia, enquanto carregava uma caixa de cerveja (Foto: Damir
Sagolj/Reuters)
Em janeiro de 2011, um morador de Rockhampton,
cidade afetada por inundações na Austrália, foi flagrado usando um caiaque para
ir buscar cerveja (Foto: Torsten Blackwood/AFP)
Em setembro de 2011, o americano Mike Ingolls foi
flagrado enfrentando uma rua inundada enquato levava para sua casa em Hellam
Township, no estado da Pensilvânia (EUA), uma caixa de cerveja (Foto:
AP)
Em janeiro de 2011, um homem foi visto andando em
uma rua alagada em Rockhampton, Queensland, na Austrália, enquanto carregava uma
caixa de cerveja e gelo (Foto: Reuters)
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