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quarta-feira, 31 de julho de 2013
Sobrevivendo (Por Lua)
E eu sobrevivia intensamente naquela liberdade doente de múltiplos sorrisos e lágrimas cristalizadas que tornavam-se estrelas a cada lua que passava.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Lista com bebedores que encaram tudo por uma cerveja
Lista reúne 'bebedores' encarando neve e inundações por cerveja
Nos EUA, homem enfrentou nevasca para comprar o produto.
Australiano usou
caiaque para superar inundação e comprar cerveja.
Do G1, em São
Paulo
No dia 9 de fevereiro, um homem foi flagrado enfrentando uma forte nevasca
que atingiu a cidade americana de Boston, no estado de Massachusetts (EUA), para
comprar cerveja. Abaixo, o G1 reúne esse e outros flagras
curiosos envolvendo compradores de cerveja.
Homem é flagrado enfrentando neve para comprar
cerveja em Boston (Foto: Jared Wickerham/Getty Images/AFP)
Em outubro de 2011, um homem foi flagrado remando
um bote feito com uma câmara de pneu em uma área alagada em Bangcoc, na
Tailândia, enquanto carregava uma caixa de cerveja (Foto: Damir
Sagolj/Reuters)
Em janeiro de 2011, um morador de Rockhampton,
cidade afetada por inundações na Austrália, foi flagrado usando um caiaque para
ir buscar cerveja (Foto: Torsten Blackwood/AFP)
Em setembro de 2011, o americano Mike Ingolls foi
flagrado enfrentando uma rua inundada enquato levava para sua casa em Hellam
Township, no estado da Pensilvânia (EUA), uma caixa de cerveja (Foto:
AP)
Em janeiro de 2011, um homem foi visto andando em
uma rua alagada em Rockhampton, Queensland, na Austrália, enquanto carregava uma
caixa de cerveja e gelo (Foto: Reuters)
Papel Machê para brincar (Por Lua)
Sexta-feira, dia de pensar qual será o artesanato
que farei com meus pequenos no fim de semana! E esse fim de semana eu
pensei em Papel mache!
A criança é um artista ´por natureza, logo nos
primeiros anos começa a explorar o mundo e a representá-lo por meio
da arte: rabiscar, montar, desmontar, dançar, dramatizar, criar
histórias, cantar... Eles tem curiosidade, imaginação e tudo o que
nós temos que fazer é orientar e incentivar.
A modelagem,
brincadeira escolhida para esse fim de semana, contribui para o
desenvolvimento cerebral do ser humano em qualquer faixa etária. Por
meio dela é possível estimular, o córtex
cerebral, e acelerar seu
desenvolvimento.
A pedagoga
Silvia Mara da Silva nos diz que por meio da modelagem “… é
possível estimular o córtex cerebral, e dessa forma, criar novas
vias neurais que irão favorecer novas aprendizagens…”. Leia mais
sobre a sua experiência no site Centro
de Vida Independente .
Receitas
Bom, existem várias receitas. Vou
colocar aqui uma bem fácil, e também um outro método, chamado
papietagem que facilita quando as crianças são pequenas:
Para mim, a melhor massa de papel
machê caseira é aquela feita de papel higiênico e cola branca, sem
nenhum ingrediente extra. Aqueles que usam a cola de farinha de
trigo, adicionam antifúngicos porque a farinha é orgânica e
deteriora-se. Seja com a cola branca ou com a cola
de farinha de trigo, é fundamental deixar a peça secar bastante
para eliminar toda sua umidade e evitar o desenvolvimento de fungos.
Obs.: Por gostar da textura final,
eu uso papel higiênico (apesar do custo ficar
maior) e também o papel tipo sulfite (o que usamos
para imprimir, desenhar: oficio, A4 – aqueles que já foram usados
os dois lados, faturas, impressos que iriam para o lixo, etc). Você
pode usar qualquer outro tipo de papel para fazer a massa, menos
papel carbono e os plastificados. Os papeis mais consistentes você
deixa de molho na água por pelo menos 24 horas e liquidifica
bastante. Os jornais são muito usados para essa técnica porque o
custo é baixo. Aqueles suportes/caixas de papel para ovos e frutas
também são ótimas para fazer a massa, pois fica bem macia.

Vamos a receita:
Material:
- 2 rolos de papel higiênico
- Água
- ½ kg de cola branca (Indico a Cascorez rótulo azul)
- 01 recipiente tamanho médio
- 1 colher ou espátula
- Peneira ou escorredor
- Liquidificador (opcional)
Como fazer:
1. Coloque
o(s) rolo(s) de papel higiênico, sem o cilindro interno de papelão,
em um recipiente e adicione água.
Obs.: Você pode adicionar agua fria
ou quente. A água quente dissolve mais rapidamente as fibras do
papel.
2/3.
Esfarele o papel até dissolver bem.
Atenção: Se usou água quente
esfarele usando uma espátula.
Obs.: Pode-se também utilizar o
liquidificador. Coloque uma porção de papel e adicione três
porções proporcionais de água. Liquidifique, coe e siga a
sequência a partir do quadro 4.
4/5. Retire
o excesso de água com a ajuda de um coador. É importante que o
papel seja bem coado. Aperte entre as mãos pequenas quantidades de
papel retirando bastante a água.
Obs.: Se quiser, você pode colocar
os bolinhos de papel em uma tolha, enrolando-os e espremendo-os ainda
mais.
6.
Depois de retirar bastante a água, esfarele o papel com as mãos até
conseguir “grãos” bem suave.
Obs.: Nessa etapa, depois de
esfarelado, tem alguns artistas que liquidificam mais uma vez para
conseguir uma consistência mais fininha. Acho que com o papel
higiênico não precisa, mas com um outro papel mais consistente, é
uma opção.
7/8. Adicione
cola aos poucos até que a massa fique úmida e com consistência
parecida com massa de modelar. Pronto, pode usar.
Obs.: Cuidado para não acrescentar
muita cola, se isso acontecer adicione mais papel.
SE FOR USAR O PAPEL SULFITE,
PAPELÃO OU PAPEL JORNAL: rasgue em pedaços pequenos e
liquidifique. Se usar água quente o papel dissolve melhor. Siga a
partir dos passos 4 e 5. A massa com papel sulfite também é ótima.
A massa com papelão ou jornal fica com a textura mais rústica.
ATENÇÃO:
– Deixe sua peça secando a sombra em local arejado. Se for necessário colocá-la no sol, faça isso só após sentir que sua peça está seca ao toque e que está há algum tempo secando a sombra. Isso evita rachaduras e deformações.
– Deixe sua peça secando a sombra em local arejado. Se for necessário colocá-la no sol, faça isso só após sentir que sua peça está seca ao toque e que está há algum tempo secando a sombra. Isso evita rachaduras e deformações.
- Não faça peças maciças, faça um suporte ou estrutura. Por exemplo, se for fazer uma bola, pegue uma bola de isopor e cubra-a com a massa de papel machê.
PAPIETAGEM:
(Vamos usar o jornal velho
do papai ou da mamãe e reciclar!!!!)
Como
eu tenho uma princesa de 4 aninhos, nesse fim de semana vamos usar a
técnica da papietagem para fazer máscaras:
Na
primeira você fará mascaras de meio rosto. Você vai precisar de
papelão e cores. Faça um esboço da máscara sobre o papelão.
Cortar as partes do papelão que terá aberturas para os olhos. Cubra
a máscara com papel machê. Lembre-se de não cobrir os buracos que
você fez para os olhos da máscara. Aplique duas camadas, mas não
se esqueça de aplicar a próxima camada até que a primeira esteja
seca. Uma vez que a máscara todo estiver seca está pronta para ser
pintada (a melhor parte). Aí é só colocar elástico e pronto!
A
outra forma é usando um balão:
Para fazer máscaras de papel machê para crianças, o primeiro passo é encher um balão garantindo que o balão fique equivalente ao tamanho de um rosto. Dica de mãe: Coloque uma toalha de plástico na mesa, antes de iniciar o trabalho neste projeto criativo.
Corte várias tiras de papel e mergulhe na mistura de água e cola e vá colando no balão de modo que não fique nem um pedaço do balão sem papel.
Depois de sobrepor o balão deixando apenas um buraco no fundo para retirar o balão depois, começe a colocar outra camada de tiras de papel de cruzamento. Quando você terminar com a segunda camada, fazer o mesmo para a terceira camada. Deixe secar até endureçer. Se você quiser, você pode colocar camadas extras também. Após secar completamente, formará a forma básica. O próximo passo você precisa ter é estourar o balão usando um alfinete ou um par de tesouras, e só tirar o balão.
Em seguida, você precisa cortar o papel machê em duas metades verticais. Você pode usar as duas partes para fazer duas máscaras separadas. Você agora precisa cortar dois orifícios ovais para os olhos e cortar uma fenda para a boca com uma tesoura. O papel machê pode ser um pouco difícil por causa das múltiplas camadas, assim você pode utilizar uma faca afiada
depois de cortar os
balões aplique mais camada de tiras para não dar o acabamento e
não esqueça de fazer os buraquinhos para colocar o elástico.
Faça nariz,
sombrancelhas, orelhas e tudo o que você achar divertido.
Uma ideia é mergulhar fiapos de roupa na pasta de papel machê e utilizá-lo para sobrancelhas, bigodes, chifres e outros tipos semelhantes de decorações adicionais. Sugere-se a pintar a máscara utilizando tintas não-tóxicas. .
Um vulcão de
papel machê é um projeto de ciências consagrado e que crianças
gostam de fazer e ativar. Apesar de muitas crianças criarem um
vulcão básico de papel machê sem nenhum detalhe, você pode
fazer seu vulcão ser notado com uma aparência mais realística.
Utilize materiais de artesanato, como tinta acrílica e anilina
vermelha.
O que você precisa?
- 2 vasilhas
- Farinha
- Amido de milho
- Colher
- Jornal
- Fita adesiva
- Papelão
- Rolo de papel toalha
- Tinta acrílica, colorida
- 2 pincéis
- Esmalte acrílico claro
- Bicarbonato de sódio
- Vinagre branco
- Corante vermelho
Instruções
1 - Misture 2 copos de farinha, 2 copos de
amido de milho e 3 copos de água em uma vasilha grande. Mexa bem
com uma colher por cinco minutos, até misturar bem.
2 - Passe fita em um rolo de papel toalha na
vertical, no centro de um papelão. Amasse folhas de jornal e as
coloque envolvendo o tubo. Coloque as bolas de jornal amassado
até formar a aparência de um vulcão.
3 -Rasgue jornal em fitas, cada uma com 5 cm
de largura e com 20 cm de comprimento. Molhe as tiras, uma de
cada vez, na mistura de farinha e amido de milho e coloque-as
sobre o modelo de montanha. Cubra a montanha inteira com 6
camadas de tiras de papel machê. Deixe o papel secar por duas
horas.
4 - Pinte o papel machê com tinta acrílica,
para parecer mais realista. Use cores naturais como verde,
marrom, branco e bege. Deixe a tinta secar por uma hora.
5 - Use esmalte acrílico claro sobre o todo o
papel machê do vulcão, para proteger a tinta acrílica de
desgastar ou descascar. Deixe o esmalte secar por uma hora.
6 - Coloque meio copo de bicarbonato de sódio
no centro do vulcão.
7 - Misture 1 copo de vinagre branco e 10
gotas de anilina vermelha em uma vasilha. Misture as duas
substâncias por um minuto com uma colher para juntá-las. Isso
deixará o vinagre vermelho vivo.
8 - Coloque o
vinagre vermelho no centro do vulcão e deixe o vinagre reagir com
o bicarbonato, o que produzirá uma erupção
sexta-feira, 19 de julho de 2013
A Dama (Por Lua)
Assumo a loucura que me imputam. Todas elas.
O rótulo dos amigos com bons olhos, o da
família, o da sociedade, e o de toda a turma da psiquiatria.
Assumo a loucura, mas não a consciência da
loucura, pelo menos não a consciência plena que ultrapassa o
diagnóstico e se aprofunda na psiquê.
Assumo a loucura diagnosticada mas não a visão
de mim mesmo como tal. Talvez seja aí que se encontra a gravidade da
coisa, ou não.
Queria mesmo era alguma explicação. Tudo me
parece tão louco, tão do avesso em contraste com a minha exclusiva
sanidade, que me faz questionar se sou eu, ou o resto do mundo que
enlouqueceu. O pior de tudo é que o fato de passar pela minha cabeça
que pode ser eu a louca, já demonstra um mínimo de sanidade mental.
Ou não? O que me incomoda é a dúvida, a incerteza.
Assumo a loucura. Tudo bem! Mas ao assumir a
loucura, presumo instantaneamente que esse é um ato de uma pessoa
sã. É nesse ponto que minha cabeça começa a doer e me sinto como
a Dama do baralho, dividida em duas. Cabeça pra cima, cabeça pra
baixo, sem saber qual é a real e qual é a imagem refletida. Isso me
parece sintoma de loucura, mas como tive a consciência e a plena
capacidade de analisar minha própria loucura, me sinto sã.
Acho que é hora de parar. Tire suas próprias conclusões se quiser. Quanto a mim vou tentar ficar bêbada (só por hoje) para ter ao menos um momento de certeza nessa minha existência incerta. Bêbados são sempre bêbados e nada mais.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Véspera do "sou louca e daí?" (Por Thaís Azenha)
Hoje é o dia D.
De não dormir, não sorrir, não parar de pensar. Estou isolada e ao mesmo tempo obsessiva. Sem controle. Meu cérebro está um turbilhão. Li três livros em dois dias. Um tinha mais de 400 páginas. Sem luz do sol. Amanhã acordar cedo e caminhar sozinha para o abatedouro. Já pode ser definitivo, ou ganho um prazo de 3 dias, mas já vou com a mala. Agora estou chorando, quero chorar tudo hoje. Queria que não sobrasse lágrimas para amanhã. Já que não terei colo pra me consolar. Eu e eu mesma. E o meu desequilíbrio. Meu corpo, à revelia, está se mutilando. Esse processo precisa parar senão...
Confesso que gostaria de ver algumas pessoas hoje, mas as despedidas são tristes. E ninguém é obrigada a compartilhar de um desespero que me pertence. Sentimento nublado, quase sempre.Mas logo irá chover.
Não tenho um projeto delineado, mas tenho um plano muito bom para mim. Nele não há espaço para mediocridade, para meia vida, meio amor, meia alegria. Nem a meia Thaís que existiu por tantos anos.
Se eu vislumbro algo completo, por que aceitar a fração agora?
Melhor não.
Espero então, pacientemente, o inteiro. Por enquanto fico aqui, totalmente despedaçada, estilhaçada. Em cacos.
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