Aqui na Terra existem vários fenômenos da óptica atmosférica. O mais espetacular deles é o arco-íris que foi estudado, pela primeira vez por Descartes, grande filósofo francês. Logo de início, Descartes observou que um arco-íris pode ser produzido até por jatos de água em um jardim. Logo, argumentou, o arco-íris se deve à forma como a luz do Sol é desviada por gotas de água. E, como é claro que gotas de vários tamanhos produzem o mesmo efeito, ele teve a idéia de reproduzir o processo usando um globo de vidro cheio de água, iluminado pelos raios de luz do Sol.
De fato Descartes acertou quando falou todas essas coisas aí de sol e gotas, mas garanto que o resultado teria sido bem mais bonito se ele tivesse colocado cerveja em vez de água nesse globo aí.
Olhe só como é uma molécula de água ampliada:
Agora reparem nas cores e na exuberância da molécula de cerveja:
Pronto, com qual líquido o arco-íris de Descartes ficaria mais bonito? Tese comprovada! (Aliás, a figura que está no título do Blog é uma molécula de Vodka, mas acho que teremos que trocá-la pela de cerveja agora, por motivos óbvios)
Bom, algumas pessoas acreditam que esse belo fenômeno ( o arco-íris, não a cerveja, que também é fenomenal), acontece quando o sol está relativamente baixo, em um lado do céu, e no outro existem nuvens escuras de chuva, pois dessa maneira um raio de luz do sol incidiria sobre uma gota de água que está na nuvem. Esse raio se dispersaria em suas cores componentes e cada componente se desviaria de um ângulo diferente.
Bom, sabemos que as nuvens são constituídas por gotículas de água condensada, oriunda da evaporação da água na superfície do planeta, ou cristais de gelo que se formam em torno de núcleos microscópicos, geralmente de poeira suspensa na atmosfera. Observando a molécula de água vemos que em hipótese alguma ela poderia formar um belo arco-íris, e sim um arco-írizinho. de nada como aquele formado quando soltamos bolhas de sabão. Então vem a pergunta: de onde vem e o que é aquele arco-íris lindo que vemos de vez em quando e que encantou tanto a Stephanie tanto que ela me pediu para explicar tal fenômeno no blog?
Como os terráqueos não conseguem dar essas explicações, criaram um monte de asneiras, sobre pote de ouro no fim do arco-íris. Se aqui na Terra tivesse existido algum pote de ouro no fim de qualquer coisa, com certeza ele já estaria na cueca de alguém. O que tem mesmo no fim do arco-íris é um bar. Sim, um lugar legal pra gente dançar e se descabelar. Um lugar que tem um som legal, gente legal e cerveja barata. Um lugar onde as pessoas são loucas e super chapadas. Um lugar do caralho.
Resolvido o mistério sobre o que tem no fim do arco-íris, vem a explicação óbvia: é claro que em Alpha não existem nuvenzinhas chatas constituídas por gotículas de água condensada. Lá as nuvens são constituídas por gotículas de cerveja estupidamente gelada e, por isso ( lembram da molécula lindíssima?) formam um mega arco-íris possível de ser visto a olho nu aqui na Terra.
Os mega arco-íris de Alpha servem para nos alertar de que está na hora de trocarmos de buraco de minhoca, já que eles precisam de sol para serem visualizados, o que indica que já deve ter amanhecido, sendo, portando umas 17h00 mais ou menos, no horário terráqueo e, então, uma boa hora para emburacar-se em outro buraco mais noturno (para os terráquoes). Basta seguir o arco-íris e pronto. Você chegará a um LUGAR DO CARALHO!!!



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